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Rapariga Caminhante

Rapariga Caminhante

Caminito del Rey

Rapariga Caminhante, 01.01.22

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Caracteristicas do percurso
 
Local: Ardales (Espanha)
Nível de dificuldade: Fácil
Extensão: 7,7 km caminito + 2,7km do acesso
Tipo de percurso: Linear e sinalizado 
Inicio do percurso: Ardales (Coordenadas 36°55'54.1"N 4°48'06.3"W) 
Preço: 10€ (Sem guia) + autocarro que leva de volta 1,55€
Estacionamento: Gratuito (Coordenadas 36°55'43.7"N 4°48'03.6"W), a pagar, 2€ o dia inteiro (Coordenadas 36°55'43.8"N 4°48'05.5"W)
 
Melhor altura para ir: Recomendável fazer todo o ano, ter atenção aos dias de maior calor pois faz mesmo muitoooo calor.
 
O que levar para o caminho:
  • Mochila confortável
  • Calçado e roupa adequada para as caminhadas
  • Casaco impermeável em épocas de chuvas (Verificar sempre a meteorologia)
  • Bastões de caminhada
  • Comida e água
  • Protetor solar, chapéu e óculos de sol
  • Repelente de insetos
  • Um saquinho para colocarem o vosso lixo
  • Telemóvel para terem ajuda do GPS (não esquecer de ter mapa offline, muito importante para sítios com muita pouca rede ou nenhuma)
  • Powerbank
  • Kit de primeiros socorros
 
Já posso dizer que já fiz o percurso do Caminito del Rey que outrora era um dos trilhos mais perigosos do mundo. Se vocês repararem em algumas fotos por baixo do novo passadiço tem o caminho antigo que esse sim era o tal considerado perigoso.
 
Este caminho foi construído nestas paredes enormes do desfiladeiro de Los Gaitanes a partir do ano de 1901 para ajudar os operários a transportar materiais entre El Chorro e Del Gaitanejo para a construção da central elétrica e para a sua passagem para fazer a sua devida manutenção. 
 
O rei Alfonso XIII inaugurou este caminho atravessando o mesmo até à barragem em 1921, desde ai ficou conhecido como Caminito del Rey. 
 
O Caminho com o passar do tempo foi esquecido e deteriorando, ficando mais perigoso para atravessar. Muitas pessoas arriscaram-se a fazer este caminho pela sua adrenalina e aventura. 
 
Em 2014 começaram as restaurações implementando novos passadiços que ficaram a cima do antigo e em 2015 abriu ao público para desfrutarem deste maravilhoso desfiladeiro. 
 
Eu comecei este caminho no primeiro acesso que fica junto ao bar/restaurante El Kiosko onde tem um túnel mais pequeno percorrendo 2,7km até chegar à entrada do Caminito. 
 
Mais atrás tem o acesso pelo túnel grande que fica apenas a 1,5km da entrada do Caminito. Eu gosto sempre de fazer mais uns kms dai ter começando mais a baixo.
 
Durante os primeiros 2,7km o caminho segue em terra batida percorrendo um bosque de pinheiros e certas partes do trilho vamos vendo paisagem sobre o rio Guadalhorce e para o desfiladeiro mais ao fundo. 

(Galeria, carregar na seta para ver as restantes fotografias)

Neste troço também podemos observar uma formação rochosa engraçada conhecida por arco gótico, mas simplesmente foi formado sendo uma rocha de arenito e argila, como sabem a geologia a entrar em ação em conjunto com o vento e a água. Perto do local tem mesas de merenda para descansar e apreciar os sons da natureza.

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Chegamos à receção onde iremos apresentar o bilhete e receber um capacete que é obrigatório usar durante o caminito.
 
Vamos então começar o caminito, primeiro temos a casa Cueva onde viviam alguns operários e a central elétrica com o seu miradouro.
Durante os próximos 7,7km iremos desfrutar de vários canhões com desfiladeiros brutais onde o seu caminho é feito por passadiços junto às paredes, tem um pequeno túnel subterrâneo para atravessar, o magnifico vale del Hoyo que tem uma paisagem lindíssima e a travessia de uma ponte. 

(Galeria, carregar na seta para ver as restantes fotografias)

Eu não quero falar muito sobre o percurso pois eu quero que vão lá e vejam e sintam tudo o que eu vi, podem ver pelas fotografias e pelo vídeo mas é difícil descrever tudo ahahah.

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No fim é só seguirem o caminho até chegar a um local onde temos que deixar o capacete e depois seguir até à estação de comboios de El Chorro onde tem a paragem de autocarros que leva o pessoal de volta ao ponto de inicio.
Posso dizer-vos que é brutal e vale a pena fazer, mas fiquei com a sensação que foi pouco......eu queria maissss!!! Ahahaha.
 
Devem comprar os bilhetes (incluindo o autocarro) com muito antecedência visto que fica facilmente esgotado e tenta gerir o tempo mais ou menos de quanto irás demorar a fazer para conciliares com o horário do autocarro. Por vezes o caminho fecha devido à metereóloga mas eles avisam sempre as pessoas nas redes sociais e por email, se tal acontecer quando tens o bilhete podes trocar para outro dia mas atenção que só tens 2 meses para o fazer e não é reembolsável.
Se sofres de vertigens este caminho não é adequado para ti.
 
Mais informações:

PR 4 Ribeira de Arcos

Rapariga Caminhante, 01.01.22

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Caracteristicas do percurso
 
Local: Penacova
Nível de dificuldade: Moderado a dificil
Extensão: 13 km
Tipo de percurso: Circular/Linear e sinalizado 
Inicio/Fim do percurso: Caneiro (Coordenadas 40°14'10.4"N 8°19'22.2"W) 
 
Melhor altura para ir: Recomendável fazer todo o ano menos no inverno devido ao nivel do leito da ribeira
 
O que levar para o caminho:
 
  • Mochila confortável
  • Calçado e roupa adequada para as caminhadas
  • Casaco impermeável em épocas de chuvas (Verificar sempre a meteorologia)
  • Bastões de caminhada
  • Comida e água
  • Protetor solar, chapéu e óculos de sol
  • Repelente de insetos
  • Um saquinho para colocarem o vosso lixo
  • Telemóvel para terem ajuda do GPS (não esquecer de ter mapa offline, muito importante para sítios com muita pouca rede ou nenhuma)
  • Powerbank
  • Kit de primeiros socorros
 
Gostas de um percurso super verde com água, cheio de moinhos de água e de vento também? Este percurso é indicado para ti, mas tens que ter uma boa condição física porque nos primeiros kms sobes e bem.
 
Começamos então na aldeia de Caneiro junto à nacional 110 conhecida pelas suas praias fluviais do rio Mondego, o estacionamento é muito difícil e reduzido. 
O percurso prossegue pelo vale da ribeira de Arcos subindo durante uns 5 km até à aldeia de Aveleira. 
 
Durante o caminho vamos desfrutando de uma exuberante vegetação de tom verde intenso, a água é uma constante e por vezes vamos vendo algumas quedas de água. 

(Galeria, carregar na seta para ver as restantes fotografias)

 
Inicialmente algumas partes do carreiro são estreitos em ravinas e para quem tem medo do abismo pode ter dificuldade em ultrapassar essas partes.
 
Vamos vendo também alguns moinhos de água espalhados pelo vale uns ao abandono e outros completamente restaurados e lindos que servem para alojamento. 
Estes restaurados situam-se mais para o fim do vale, onde a vegetação não cobre tanto ficando o trilho mais exposto e que nos dias de maior calor torna-se mais difícil. 

(Galeria, carregar na seta para ver as restantes fotografias)

Já no fim do vale vamos apanhar zonas de eucalipto o que já não gostei, até chegar ao parque de merendas de Aveleiras.

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No parque de merendas de Aveleiras começa o circuito circular de mais ou menos 4km onde iremos conhecer a aldeia de Aveleiras e também passar pelos moinhos do vento, que são dois núcleos, uns já mais danificados e outros mais arranjadinhos. 

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Terminando o circuito circular voltamos a descer pelo vale da ribeira de Arcos pelo mesmo caminho desfrutando mais uma vez do verde e do som da água até chegar ao inicio do percurso.
 
Mais informações:

PR 1 Percurso pedestre das quedas de água das Paredes

Rapariga Caminhante, 01.01.22

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Caracteristicas do percurso
 
Local: Laceiras (Mortãgua)
Nível de dificuldade: Moderado
Extensão: 7,1 km ida e volta
Tipo de percurso: Linear e sinalizado 
Inicio/Fim do percurso: Perto da entrada da aldeia de Laceiras (Coordenadas 40°28'04.8"N 8°17'56.2"W) 
 
Melhor altura para ir: Recomendável fazer todo o ano mas ter atenção nos dias mais chuvosos devido ao aumento do leito do rio.
 
O que levar para o caminho:
 
  • Mochila confortável
  • Calçado e roupa adequada para as caminhadas
  • Casaco impermeável em épocas de chuvas (Verificar sempre a meteorologia)
  • Bastões de caminhada
  • Comida e água
  • Protetor solar, chapéu e óculos de sol
  • Repelente de insetos
  • Um saquinho para colocarem o vosso lixo
  • Telemóvel para terem ajuda do GPS (não esquecer de ter mapa offline, muito importante para sítios com muita pouca rede ou nenhuma)
  • Powerbank
  • Kit de primeiros socorros
 
Não costumo repetir os trilhos, mas este já é a segunda vez que o faço, e fiz porque um amigo meu tinha ido comigo e então eu quis mostrar mais um percurso fixe para se fazer no verão em Mortágua.
 
Eu já tinha mostrado este percurso nas redes sociais e até coloquei num vídeo que fiz sobre o meu top 10 de percursos para fazer. Claro que já não pertence ao top 10 com tanto trilho que já fiz, muitos já ultrapassaram, mas posso indicar que para top 10 de verão é perfeito.
 
O percurso começa junto a uma estrada perto da aldeia de Laceiras e entra num trilho de terra batida. 
Pelo caminho vamos desfrutando do som da água que é constante e das sombras dos bosques. 
 
Passamos por vários moinhos de água e por duas zonas com mesas de merenda, e não faltando claro, as lagoas que vamos apanhando ao longo do percurso e do qual podemos desfrutar para refrescar.

(Galeria, carregar na seta para ver as restantes fotografias)

Chegando à aldeia de Paredes já só resta metade do caminho para chegar às quedas de água de Paredes. 
Seguimos pela estrada atravessando a aldeia até voltarmos de novo a um carreiro seguindo a ribeira. 
Nesta parte do percurso existem zonas mais técnicas e partes com cabos para ajudar, mas facilmente se ultrapassa, a dificuldade será mais no inverno pois as pedras ficam escorregadias. 

(Galeria, carregar na seta para ver as restantes fotografias)

Antes de chegar à famosa queda de água, uns metros abaixo temos mais um poço onde podemos ir a banhos, aqui neste percurso não faltam sítios para ir ao banho isso é certo eheheh.  

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Para terminar temos umas escadas de madeira para subir e depois seguimos um pequeno carreiro até que começamos a ver à nossa frente as quedas de águas de Paredes. 

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Desfrutem bem deste sítio, durante os fins de semana no verão, costuma ter muitas pessoas. Na altura em que fiz a 1x este percurso não era muito conhecido e não tinha ninguém.  

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Mais informações: